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PENSAMENTOS MATEMÁTICOS
Confira abaixo alguns pensamentos
matemáticos:
"A Matemática é
como um moinho de café que mói admiravelmente o que se lhe dá
para moer mas não devolve outra coisa senão o que se lhe deu."
Faraday
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William Diego
"Sempre
me pareceu estranho que todos aqueles que estudam seriamente esta ciência
acabam tomados de uma espécie de paixão pela mesma. Em verdade, o que
proporciona o máximo de prazer não é o conhecimento e sim a
aprendizagem, não é a posse mas a aquisição, não é a presença mas
o ato de atingir a meta."
Carl
Friedrich Gauss
Pensamento enviado por:
Ubiratan Barros Arrais
"A
Matemática é a honra do espírito humano."
Leibniz
Pensamento enviado por:
Ubiratan Barros Arrais
"Eis
a Matemática – a criação mais original do engenho humano"
Whitehead
Pensamento enviado por:
Ubiratan Barros Arrais
"Nota-se
entre os matemáticos, uma imaginação assombrosa... Repetimos: Havia
mais imaginação na cabeça de Arquimedes do que na de Homero"
Voltaire
Pensamento enviado por:
Ubiratan Barros Arrais
"Não
há ciência que fale das harmonias da natureza com mais clareza do que
a Matemática."
Paulo
Carus
Pensamento enviado por:
Ubiratan Barros Arrais
"Jamais considere seus estudos como uma obrigação, mas como uma oportunidade invejável
para aprender a conhecer a influência libertadora da beleza do reino do espírito, para seu
próprio prazer pessoal e para proveito da comunidade à qual seu futuro trabalho pertencer."
Albert Einstein
"Às folhas tantas do livro de matemática,
um quociente apaixonou-se um dia doidamente por uma incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável e viu-a, do ápice à base.
Uma figura ímpar olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo ortogonal, seios esferóides.
Fez da sua uma vida paralela a dela até que se encontraram no infinito.
"Quem és tu?" - indagou ele com ânsia radical.
"Eu sou a soma dos quadrados dos catetos,
mas pode me chamar de hipotenusa".
E de falarem descobriram que eram o que, em aritmética,
corresponde a almas irmãs, primos entre-si.
E assim se amaram ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação traçando ao sabor do momento e da paixão retas,
curvas, círculos e linhas senoidais.
Nos jardins da quarta dimensão,
escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas
e os exegetas do universo finito.
Romperam convenções Newtonianas e Pitagóricas e, enfim,
resolveram se casar, constituir um lar mais que um lar,
uma perpendicular.
Convidaram os padrinhos:
o poliedro e a bissetriz, e fizeram os planos, equações e diagramas para o futuro,
sonhando com uma felicicdade integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones muito engraçadinhos
e foram felizes até aquele dia em que tudo, afinal, vira monotonia.
Foi então que surgiu o máximo divisor comum,
frequentador de círculos concêntricos viciosos,
ofereceu-lhe,
a ela, uma grandeza absoluta e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, quociente percebeu que com ela não formava mais um todo, uma unidade.
Era o triângulo tanto chamado amoroso desse problema,
ele era a fração mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser moralidade,
como, aliás, em qualquer Sociedade ..."
Millor Fernandes
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