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        BIOGRAFIAS DE MATEMÁTICOS          
Évarist Galois

(1811 - 1832)

Um dos mais brilhantes matemáticos franceses de todos os tempos, de carreira e vida meteórica, nascido na aldeia de Bourg-la-Reine, nas proximidades de Paris, onde seu pai era prefeito. Filho de pais cultos, influenciado pelas idéias liberais do pai  e cristianismo da mãe, adquiriu um ódio pela tirania, mostrou pouco interesse por línguas e fascinação pela Geometria de Legendre. Aos 12 anos participou dos motins da burguesia parisiense e foi um aluno apático até os 15 anos de idade, quando então se apaixonou pela matemática, depois de ler os trabalhos de Joseph-Louis Lagrange e Adrien-Marie Legendre. Em menos de cinco anos, já dominava praticamente toda a matemática de sua época, principalmente a obra de Abel e Lagrange. Jovem rebelde e genioso, vivia em conflito com seus mestres, perdendo o apoio destes para a divulgação de seus artigos e por isso, foi reprovado em vários exames, como para entrar na École Polytechnique (duas vezes) e na Académie, passando também a odiar examinadores e acadêmicos. Gostava da boemia e das grandes discussões políticas. Após o suicídio do pai, vítima de intrigas clericais, entrou na École Normale Superieure para se graduar como professor. Após uma tentativa frustada de apresentar seus trabalhos na Académie (1830), nestes trabalhos usava pioneiramente a palavra grupo em seu sentido técnico em matemática, aderiu a causa revolucionária e foi expulso da Normale por insurgir-se contra o diretor. Passou então a assistir às aulas do matemático Louis-Paul Émile Richard, que lhe facilitou o acesso aos trabalhos de Gauss, Cauchy, Abel e Jacobi. Liberal e republicano na França pós-Napoleão, entrou para a Guarda Nacional (1831), onde numa reunião de republicanos propôs um brinde que foi interpretado como uma ameaça a vida de Louis Philippe. Preso, então, passou seis meses na prisão condenado por atividades subversivas. Cumprida a pena, pouco tempo depois, na noite de 31 de maio (1832), com 20 anos de idade, trancou-se em casa e escreveu pelo resto da noite: um manifesto político (À tous les républicains) e um ensaio matemático em que resumia suas descobertas, onde estabelecia uma correlação entre a teoria dos grupos e as equações algébricas. Na carta ao amigo Auguste Chevalier, solicitava que em caso de sua morte publicasse seus trabalhos, o que foi feito por Louiville (1846) e pedisse a opinião de Jacobi e Gauss. Ao amanhecer, morreu no Hospital Cochin, em Paris, após ser ferido em um duelo em honra de uma mulher que mal conhecia. Nas 31 páginas quase ilegíveis em que rabiscou suas descobertas matemáticas, criara a base da teoria dos grupos, equações polinomiais de potência n têm n raízes. Seus métodos foram aplicados em muitos outros setores da matemática como, por exemplo, para que os matemáticos franceses Émile Picard e Ernest Vessiot chegassem a uma teoria estrutural das equações diferenciais lineares. Para muitos é considerado o fundador da matemática moderna.

(Fonte: Site Só Biografias : http://www.sobiografias.hpg.com.br )

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